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30.05.2018

Taxa de ocupação de hotéis despenca com a falta de combustível; em Santos, hotéis têm apenas 23% de reservas e em Campos do Jordão chega a 70%

 
Por Gilmara Santos 
 
30 maio 2018, 20h00 
 
Com auxílio das Forças Armadas, mobilização perde força e abastecimento começa a acontecer, mesmo assim turistas cancelam viagens (Evaristo Sá/AFP)
A paralisação dos caminhoneiros, que completou 10 dias nesta quarta-feira, segue causando impacto em diversos setores da economia nacional. O último a contabilizar as perdas causadas pelo movimento foi o segmento de hotéis, bares e restaurantes. Com fim de semana prolongado devido ao feriado de Corpus Christi, a expectativa era que as cidades turísticas acumulassem ocupação máximas em seus estabelecimentos. Além disso, a parada LGBT e a Marcha para Jesus, que ocorrem neste fim de semana, deveriam movimentar o setor também na Capital. Mas não é isso que está acontecendo.
A data abre a temporada em Campos do Jordão (SP), mas o índice de cancelamento de reservas é alto e chega a 30% na rede hoteleira. De acordo com o presidente do Sindicato dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (Sinhores) da cidade, Paulo César da Costa, até o início da semana passada, quando começou a greve dos caminhoneiros, havia 100% de ocupação da rede hoteleira em Campos do Jordão. “Mas houve uma desistência alta e hoje nossa estimativa é que, no máximo, vamos fechar o feriado com 70% de ocupação”, calcula Costa.
“Este é o feriado mais importante para a cidade, representando até 40% do faturamento anual de alguns setores, mas este ano houve uma grande desistência dos hóspedes e isso terá impacto grande tanto hotéis quanto para restaurantes”, considera.
 
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